quarta-feira, 26 de março de 2008

Umas palavras doces da minha dona





Náná

Chego-me a cantarolar
a sua barriguinha logo se vira
faço-lhe montes de carinhos
recebo umas lambidinhas
nesta troca de alegrias
de ser acarinhada e acarinhar
levamos os nossos dias
o seu rabinho balança, balança
o meu coração dança, dança

Constança 2008

7 comentários:

Van Dog disse...

Que bonito!

Thor disse...

Que belo poema, Náná!

Thor

Rocky disse...

Bonitas palavras!

lalage disse...

Olá! Vim atrás do VanDog :)
Trouxe um poema também muito giro de Vinicius que estas palavras me recordaram:
A Cachorinha
Vinicius/TomJobim

Mas que amor de cachorrinha!
Mas que amor de cachorrinha!

Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Crivada de mamiquinha?
Pode haver coisa no mundo
Mais travessa, mais tontinha
Que esse amor de cachorrinha
Quando vem fazer festinha
Remexendo a traseirinha?
Uau, uau, uau, uau! Uau, uau, uau, uau!

Spike disse...

Lindo.

Carla disse...

Tão bonito... A minha Eva também virava logo a barriguinha quando eu me metia com ela. A Ginja também adora festas na barriga. Esta reciprocidade de mimos sabe tão bem :)) Beijo para a dona e muitas festinhas na barriga da Náná.

Amélia disse...

Olá Náná!
Que ternura de poema, quem não gosta de miminhos!
Eu também adoro festas :)
lambidelas
Zeca